o cinema na música de chico
O cinema como maravilhamento
A Violeira
Em mais uma de suas road-songs, em que personagens se deslocam por várias partes do país, Ipanema é citada como “cenário de cinema”. Melodia de Tom Jobim para o filme Para Viver um Grande Amor.
Ver Ipanema
Foi que nem beber jurema
Que cenário de cinema
Que poema à beira-mar
As Atrizes
O “eu” da canção admira as atrizes desinibidas que trocam de roupa na frente dele e saem com outros caras. O cinema, mediante o amor virtual, o ensinou a não ter ciúme. A canção foi composta especialmente para o DVD Cinema de Chico – a Série, de Roberto de Oliveira.

As Vitrines
O “eu” da canção vê a moça sair emocionada de uma sessão, provavelmente de cinema, com os letreiros da galeria a lhe colorir.
Os letreiros a te colorir
Embaraçam a minha visão
Eu te vi suspirar de aflição
E sair da sessão, frouxa de rir
Baioque
Nessa letra cheia de hipérboles, com influências tropicalistas, Chico surpreende com uma última estrofe desejante, em que o cinema aparece como lugar de evasão. Canção composta para o filme Quando o Carnaval Chegar.
Mamie, não quero seguir
Definhando sol a sol
Me leva daqui
Eu quero partir
Requebrando um rock and roll
Nem quero saber
Como se dança o baião
Eu quero ligar
Eu quero um lugar
Ao som de Ipanema, cinema e televisão
Biscate
Durante uma troca de desaforos de um casal, o cara tenta a conciliação com uma série de convites:
Vamos ao cinema, baby
Vamos nos mandar daqui
Vamos nos casar na igreja
Chega de barraco
Chega de piti